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Contudo, o racismo ainda está
impregnado na nossa vida cotidiana. Pior, ainda hoje ele é coisificado e
banalizado por muitos.
Nossa formação ainda é pensada sob uma concepção eurocêntrica, onde pouco ou quase nada das culturas de raízes africanas é ensinado nas escolas. O racismo institucionalizado, enquanto conseqüência do conservadorismo que infelizmente reina por aqui, ainda impede que a população negra ocupe espaços de destaque em nosso país.
Nossa formação ainda é pensada sob uma concepção eurocêntrica, onde pouco ou quase nada das culturas de raízes africanas é ensinado nas escolas. O racismo institucionalizado, enquanto conseqüência do conservadorismo que infelizmente reina por aqui, ainda impede que a população negra ocupe espaços de destaque em nosso país.
Nos morros e favelas, a polícia
mata cotidianamente nosso povo. São jovens, homens e mulheres que são mortos
pela cor de sua pele. São milhares de Amarildo’s que somem a cada hora no
Brasil levados para averiguação, ou alvos dos “autos de resistência”. Os órgãos
públicos que se omitem nos casos de racismo são co-responsáveis por essa
conduta.
A intolerância religiosa mata
mentes, almas e corpos.
As mulheres negras recebem menos
do que os homens negros quando exercem a mesma função, e os homens negros
recebem menos que as mulheres e homens não negros na mesma função.
Assim, o “20 de novembro” deve
ser um momento para se refletir sobre o que a população negra representa para o
Brasil. É momento de se considerar o papel do negro e combater a essência
predominantemente racista no nosso país. Desta forma, nos somamos na luta pela
aprovação do Projeto de Lei (PL) - 6787/13, protocolado hoje pelo Deputado
Federal Renato Simões, que institui o dia 20 de novembro como feriado nacional.