
Não é só amor, admitam a guerra!
*Da coordenação
Há um nítido acirramento da luta de classes pós crise de 2008. O Atlas da Violência 2017 publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) diz que homens, jovens, negros e com baixa escolaridade continuam com o perfil típico das vítimas fatais, e esse número está aumentando nos jovens negros. O Relatório de Vulnerabilidade Juvenil à Violência de 2014 cita que apesar do sentimento de medo e insegurança generalizado os jovens negros estão mais suscetíveis à violência letal. A guerra às drogas na verdade é uma guerra aos corpos de jovens negros.
