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15 de maio de 2019

QUEM TEM MEDO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL? | Manifesto d'O Estopim! Rumo ao 57º CONUNE



Este manifesto é um chamamento aos braços de lutas dispostos a construção de um movimento estudantil como ele deve ser: combativo, popular, enraizado na base, SEM MEDO de mudar o Brasil e lutar por educação pública, gratuita e de qualidade para que toda população tenha condições de acesso e permanência.



Apresentação


Essa é uma contribuição do coletivo O Estopim! ao 57º Congresso da União Nacional d@s estudantes. Somos jovens que acreditam ser possível construir um novo modelo organizativo e de lutas para o movimento estudantil e para as juventudes. Convocamos as e os estudantes e as juventudes para que lado a lado possamos seguir construindo A UNE, retomando a tarefa de ser um movimento estudantil de massas, da classe trabalhadora, socialista e que seja protagonista da transformação social - construindo frentes democráticas e populares para uma mudança radical no sistema econômico e político - contra o monopólio das comunicações, pela garantia de direitos para trabalhadores/as, mulheres, negros e negras, LGBTQIA+. Contra os ataques à educação, na arte e na cultura, pelo fim do genocídio da juventude negra, pela reforma agrária e urbana, pela demarcação de terras indígenas e quilombolas, por mais saúde, educação, respeito ao meio ambiente e pelos direitos humanos, caminhando assim rumo a luta internacionalista e socialista.

22 de maio de 2013

Diga sim ao casamento igualitário já!



O PSC, partido do deputado Marco Feliciano, acaba de entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal querendo suspender a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que autoriza o casamento civil para casais do mesmo sexo. 

2 de maio de 2013

Quem é você?



*George Luiz Santos de Sousa

Parece tão fácil essa pergunta. Seria insipiente respondê-la sem uma análise um pouco menos pessoal. Rapidamente a pergunta se tornaria um pouco mais dura e complexa: Quem é você na sociedade? Tendo plena noção da crítica que minha afirmação pode gerar, atesto que somos apenas o que representamos. Somos a troca de sensações. E ai reside a problemática dessa representação. 

Podemos sentir uma música, ler um quadro, e isso se dá por um meio decodificador. A comunicação distingue o homem dos outros animais. E ela pode ser entendida como um processo da troca de experiências para que se torne patrimônio comum. Ela modifica a disposição mental das partes envolvidas e inclui todos os procedimentos por meio dos quais uma mente pode afetar outra. Isso envolve não somente as linguagens oral e escrita, como também a música, as artes plásticas e cênicas, ou seja, todo comportamento humano. Neste contexto, atenho-me a identidade de gênero e sua representatividade social.