A ditadura militar que assombrou o Brasil ao longo de mais de vinte anos representa uma mácula terrível na história recente da sociedade brasileira. O Brasil figura entre os países que mais violou os direitos humanos de seus cidadãos na vigência de um regime totalitário; período esse que ficou conhecido como anos de chumbo.
26 de janeiro de 2012
Frederico Perez, presente!
Como iremos prosseguir? Encontraremos o caminho? Não iremos perder-nos? Porque "Fred", camaradas, já não se encontra entre nós...
E amanhã, e depois de amanhã, daqui a oito dias, daqui a um mês, ainda nos perguntaremos: será possível que "Fred" já não exista? Durante longo tempo esta morte nos parecerá um capricho da natureza, inverossímil, impossível, monstruosa.
Que este sofrimento cruel que sentimos, que cada um de nós sente no coração ao lembrar-se que "Fred" já não existe, seja para nós um aviso diário: lembremo-nos que a nossa responsabilidade é agora muito maior. Sejamos dignos do "companheiro" que nos instruiu!
No sofrimento e no luto, cerremos fileiras, aproximemos os nossos corações, agrupemo-nos mais estreitamente para as novas batalhas!
Camaradas, irmãos, "Fred" já não está entre nós. Adeus "Kiko"! Adeus, mestre!
Frederico Perez, presente!
Coletivo O Estopim! Incendiando Corações e Mentes
25 de janeiro de 2012
Rumo ao 7º Congresso de Estudantes da UFBA
(Texto da Gestão Ciranda de Lutas - DCE UFBA)
Se o último período mostrou que irmos pra rua é o meio pra garantir as vitórias estudantis, temos que impulsionar a mobilização constante, o fervor de todo o dia para que o movimento estudantil conquiste as pautas que todas e todos estudantes lutam cotidianamente. Para tal, temos que ter um Diretório Central dos Estudantes (DCE) fortalecido e capaz de garantir a pluralidade das nossas pautas e alcançar vitórias coletivas.
(Texto da Gestão Ciranda de Lutas - DCE UFBA)
Se o último período mostrou que irmos pra rua é o meio pra garantir as vitórias estudantis, temos que impulsionar a mobilização constante, o fervor de todo o dia para que o movimento estudantil conquiste as pautas que todas e todos estudantes lutam cotidianamente. Para tal, temos que ter um Diretório Central dos Estudantes (DCE) fortalecido e capaz de garantir a pluralidade das nossas pautas e alcançar vitórias coletivas.
23 de janeiro de 2012
Diversidade Sexual e o Ambiente Universitário - 9º ENUDS
Acreditamos que o papel da Educação é de promover o estranhamento a toda forma de discriminação e de desigualdade, sendo peça fundamental na defesa da cidadania e do exercício pleno dos direitos humanos da população LGBT.
Todavia sabemos que tratar das diversas formas de viver as sexualidades na sociedade contemporânea, ainda se caracteriza, sobretudo como um grande desafio, uma vez que implica em atravessar conflitos frente um contexto marcado historicamente por valores machistas, sexistas, heteronormativos, estes que permanecem sendo proliferados, renegando a multiplicidade de culturas, raças, religiões e orientações sexuais e legitimando uma série de violências e opressões.
Todavia sabemos que tratar das diversas formas de viver as sexualidades na sociedade contemporânea, ainda se caracteriza, sobretudo como um grande desafio, uma vez que implica em atravessar conflitos frente um contexto marcado historicamente por valores machistas, sexistas, heteronormativos, estes que permanecem sendo proliferados, renegando a multiplicidade de culturas, raças, religiões e orientações sexuais e legitimando uma série de violências e opressões.
Dada atual conjuntura social, demarcada por crescente visibilidade da população LGBT, crescente acesso a políticas públicas, mas também com crescente estatística de assassinatos, agressões, violências simbólicas, exclusão social, preconceitos e ações discriminatórias nas ruas, nas escolas e até mesmo no Congresso Nacional, compreendemos que é necessário o desenvolvimento de ações que contribuam para a construção de uma sociedade justa e equânime e que garantam os direitos humanos.
22 de janeiro de 2012
21 de janeiro de 2012
Boas Vindas aos Calouros BIs e CST - UFBA
O Coletivo O Estopim vem através desta dar as Boas Vindas para todas e todos aqueles que foram aprovados nos cursos de Bacharelado Interdisciplinar ou nos cursos superiores de tecnologia da Universidade Federal da Bahia(http://www.vestibular.ufba.br/resultado2012_BI_CST.htm).
19 de janeiro de 2012
17 de janeiro de 2012
O conceito da “Revolução democrática” contemporânea.
*Por Diego Rabelo
Os ensinamentos dos processos políticos desencadeados pela classe trabalhadora e os seus partidos, fundamentalmente no século XX, ainda iluminam o imaginário de parte da esquerda contemporânea. Muito citado, mas pouco estudado, o marxismo é a ciência norteadora dos agrupamentos que reivindicam a revolução socialista dizendo-se representantes oficiais do proletariado. Nessa perspectiva, ao reivindicar o marxismo é necessário fazê-lo assumindo toda a sua natureza metodológica, criteriosa e disciplinada, assimilando ainda o desenvolvimento político, econômico e cultural de um determinado contexto.
A grande revolução russa, a principal revolução proletária da história da humanidade, foi uma rica experiência da classe trabalhadora e colocou a prova dos seus acontecimentos o desenvolvimento da teoria marxista em um país semi-feudal do leste da Europa. Mais do que isso, desnudou todo o dogmatismo impregnado nos formuladores, toda a vacilação dos oportunistas e por fim dinamitou o sentimento colonial impregnado no povo russo. Essa experiência ainda é muito pouco compreendida, principalmente pelas novas gerações de proletários que se decidiram pelas fileiras da esquerda socialista.
15 de janeiro de 2012
Rosa Luxemburgo, Presente!
Em 15 de Janeiro de 1919 era assassinada em Berlim o que representava o Coração Vermelho do Socialismo - Rosa Luxemburgo, uma das raríssimas mulheres que doutorou-se numa época em que o preconceito contra as mulheres que desempenhavam algum papel em publico era disseminado e, mais que isso, foi uma mártir da revolução de novembro na Alemanha.
Essa postagem é uma homenagem do Coletivo O Estopim! aquela que pertenceu as minorias discriminadas e perseguidas, e viveu de forma auto-determinada contra os preconceitos do seu tempo.
Rosa Luxemburgo,
judia da Polônia,
vanguarda dos operários alemães,
morta por ordem dos opressores.
Oprimidos,
enterrai vossas desavenças!
Bertold Brecht
Essa postagem é uma homenagem do Coletivo O Estopim! aquela que pertenceu as minorias discriminadas e perseguidas, e viveu de forma auto-determinada contra os preconceitos do seu tempo.
EPITÁFIO DE ROSA LUXEMBURGO
Aqui jazRosa Luxemburgo,
judia da Polônia,
vanguarda dos operários alemães,
morta por ordem dos opressores.
Oprimidos,
enterrai vossas desavenças!
Bertold Brecht
Segue para leitura dos blogueiros um texto de Renato Soeiro, publicado na passagem dos 90 anos do assassinato de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht.
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