Na última segunda-feira, 10 de outubro, a câmara dos deputados aprovou em primeiro turno e em caráter de urgência por 366 à 111 a PEC 241/2016 do golpista Michel Temer e do seu Ministro da Economia Henrique Meirelles. A PEC dos “gastos públicos” ou PEC do fim do mundo, como vem chamando os movimentos sociais, visa implementar um novo regime fiscal no país pelos próximos 20 anos.
15 de outubro de 2016
6 de julho de 2016
Carta Aberta do I Acampamento do Coletivo O Estopim! – BA
Nós do Coletivo O Estopim! – BA acampados no Vale do Capão, Palmeiras, Bahia, entre os dias 23 e 26 de Junho lançamos como síntese da nossa intensa programação de formação política, articulações e planejamento essa Carta Aberta Aos Trabalhadores, Trabalhadoras, Estudantes e Juventudes Do Campo e da Cidade :
6 de dezembro de 2015
Organizando posso desorganizar: Ninguém Foge da Lama Tóxica da SAMARCO

Após dez longas horas de
estrada, me estabeleço em Mariana-MG para compor e ajudar na comunicação da
brigada de solidariedade promovida pela Rede Nacional de Médicas e Médicos
Populares, a equipe era composta também por uma Psicóloga. O objetivo inicial era
realizar um diagnóstico de saúde e da real situação do meio ambiente e das
populações violadas pelo desastre do rompimento da barragem de rejeitos, a
Fundão da mineradora SAMARCO.
6 de novembro de 2015
Notas sobre a Síria
Por Diego Rabelo*
O desenrolar da guerra na Síria basicamente aponta um grande fato novo. Longe dali, no
espaço aéreo do Egito, um avião civil russo caiu. O ISIS assumiu a “autoria” de um suposto
atentado ao avião. Estranhamente, EUA e Inglaterra se apressam a dizer que há indícios de que
o avião fora abatido. De sua parte, Rússia e Egito condenam a avaliação precipitada das
potências ocidentais.
28 de outubro de 2015
PEC 395 não! Nota do Coletivo O Estopim!
O Coletivo O Estopim!, construído por militantes que atuam em Universidades e Escolas na Bahia, vem externar o seu mais profundo repúdio a aprovação da PEC 395/14 que acaba com a gratuidade em cursos públicos de especialização, extensão e mestrado profissional. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) deve ser votada em 2º turno na Câmara e depois seguir para o Senado.
Essa proposta constitui, na prática, a consolidação de um projeto em curso: a privatização da Universidade Pública. Em nossa avaliação, a PEC 395/14 coloca em xeque o tão propalado lema do Governo Federal "Pátria Educadora". Em nossa opinião, é um precedente que abre caminho para novas cobranças em outras áreas e visa intensificar a lógica de uma universidade privatista e de modelo gerencial visando lucros e formando supostos técnicos para o mercado sem uma preocupação real com o ensino, a pesquisa e extensão.
27 de outubro de 2015
Jornada de Agroecologia da Bahia!
Ocorrerá nos próximos dias, mais precisamente entre 29 de outubro e 01 de novembro, a IV Jornada de Agroecologia no Assentamento Terra Vista, município de Arataca, sul do estado. Milhares de estudantes, pesquisadores, indígenas, quilombolas, sem terra participam deste fundamental espaço de diálogo e organização de lutadores e lutadoras na Bahia! Nós, do Coletivo O Estopim! estaremos presentes!
Há braços de luta!
18 de outubro de 2015
O que está por trás da euforia dos analistas militares norte-americanos?
*Diego Rabelo
Entre as milhares de coisas que estão sendo jogadas no atual
conflito sírio uma delas, em especial, passou a ser tratada nos últimos dois
dias. A demonstração de força do exército russo e seus precisos ataques aéreos
as bases do Estado Islâmico, em duas semanas, surtiram muito mais efeito do que
os meses de ataques realizados pela coalizão liderada pelos EUA. A eleição de
Putin fatalmente incorreria em atos como esse e, demonstrar os músculos do seu
poderio militar é um jogo de gato e rato com vários objetivos.
13 de outubro de 2015
Manifesto de fundação: SOMOS POVO SEM MEDO
O mundo vive sob o signo de uma profunda crise do capitalismo. Medidas de austeridade econômica dominam a agenda política, multiplicando desemprego, miséria e redução dos direitos sociais. Por outro lado, os banqueiros comemoram cada aniversário da crise, aumentando seus já exorbitantes lucros. Evidencia-se a crise de uma época e que não é apenas econômica. É uma crise em várias dimensões: da representação política, do alargamento do abismo social entre ricos e pobres e da destruição do meio-ambiente.
Neste cenário, o Brasil está colocado diante de uma encruzilhada, um momento em que as velhas soluções não funcionam mais: este sistema político é incapaz de resolver os grandes conflitos da sociedade e o povo não aceita passivamente pagar a conta da crise.Dos caminhos que construiremos a esta encruzilhada dependerá o futuro de nosso país.
1 de junho de 2015
MOÇÃO DE APOIO À GREVE DAS(OS) TRABALHADORAS(ES) EM EDUCAÇÃO DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS
Após reuniões nacionais do ANDES-SN (16/5) e da FASUBRA (25/5) que aprovaram greve e com o anúncio do governo Dilma Rousseff de corte de 9,4 bilhões na educação, Professores e Técnicos-Administrativos de diversas Universidades do país inclusive a Universidade Federal da Bahia (UFBA) declararam nesta quinta- feira (28/5) greve por tempo indeterminado.
Para o PROIFES e para o MEC, o momento não é para a paralisação. O Ministério da Educação criticou a decisão pela greve, alegando que não houve um amplo diálogo prévio. Apesar do corte bilionário, a Educação será uma das áreas que vão manter gastos acima dos patamares de 2013. Os cortes são uma tentativa do governo de sinalizar ao mercado que irá cumprir a meta de superávit primário.
Nós do Coletivo O Estopim-BA apoiamos à greve das(os) trabalhadoras(es) em educação das Universidades Federais, por entender que nos últimos anos, passamos por uma imensa expansão das Universidades Federais do Brasil, mas essas políticas vieram cercadas de contradições, e hoje nos deparamos com problemas como, obras inacabadas, falta de professores e servidores, precarização das condições de trabalho, terceirizações e dificuldades de permanecia em geral. Atualmente, a conjuntura nacional e internacional passa por uma recessão econômica, e o governo, seguindo na direção contrária dos votos que o elegeram democraticamente, se submete ao capital internacional e a iniciativa privada, apontando inclusive para cortes de direitos sociais e trabalhistas.
A redução de verbas na educação acentua as contradições do processo de expansão universitária, para além se ser um golpe aos e às estudantes, as(aos) educadoras(es) e à classe trabalhadora, que ainda enfrenta dificuldades no acesso à educação superior, reverberando diretamente nas nossas condições de trabalho e estudo, prejudicando sobretudo os setores sociais mais sensíveis da UFBA e de todas as IFES: as e os estudantes em condição de vulnerabilidade socioeconômica. Diante disso, exigimos que o governo não só priorize a garantia dos direitos já conquistados mas que avance nas políticas públicas que beneficiam a classe trabalhadora e setores marginalizados historicamente.
Nós do Coletivo O Estopim repúdiamos à situação nacional de negligência à educação,e entendemos que a greve é um instrumento legítimo de luta da categoria e é colocada como alternativa desta, para conquistar direitos trabalhistas e melhoria no serviço público, acreditamos que, para que haja mudanças profundas na sociedade brasileira, precisamos transformar a educação, garantindo sua democratização, condições de permanência, qualidade e valorização de seus profissionais.Lutaremos juntos com as(os) trabalhadoras(es) para revertermos os cortes na educação e contra a onda conservadora que atinge o país.
“Nenhum passo atrás que não seja para tomar impulso."
Che Guevara
3 de abril de 2015
Breves comentários sobre questões políticas e econômicas
*Por Diego Rabelo
O mundo ainda sente o impacto da quebra do subprime nos EUA,
em 2008, e a nova ordem econômica desenvolvida desde então. Na Europa, a zona
do euro segue tateando em terrenos instáveis com a crise grega que promete
contagiar em grau superior Portugal e Espanha. O deslocamento dos investimentos
atraídos da União europeia e dos Estados Unidos para os emergentes é produto de
uma taxa de juros alta e retorno financeiro seguro. Contudo, há uma
recuperação, mesmo que disforme, dessas economias o que tem provocado em alguma
medida fuga de capitais.
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